After a long wait we're finally get a Ekahau Sidekick!!
So cool to have a tool that shows in real time the RF status.
Everything You Wanted To Know About The Ekahau Sidekick
Comparing Ekahau Sidekick with other spectrum analyzers:
WLAN Pros Lisbon 17 - head-head comparison spectrum analyzers - Keith Parsons
23 November 2017
11 October 2017
Kali Linux+Wireshark - activar modo wireless sniffer
Primeiro é necessário ajustar o interface de wireless para modo sniffer. Isso é conseguido através do comando airmon-ng
http://www.aircrack-ng.org/doku.php?id=airmon-ng
airmon-ng check - para ver o estado
airmon-ng check kill - matar processos que tenham impacto com o airmon-ng
airmon-ng start wlan0 - inicia o modo monitor
entrar no wireshark e activar a captura através do interface wlan0mon
terminada a recolha fazer, reactivar o modo rede no interface wlan0:
airmon-ng stop wlan0mon ou sudo airmon-ng stop
service network-manager start
http://www.aircrack-ng.org/doku.php?id=airmon-ng
Usage
usage: airmon-ng <start|stop> <interface> [channel] or airmon-ng <check|check kill>
Where:
- <start|stop> indicates if you wish to start or stop the interface. (Mandatory)
- <interface> specifies the interface. (Mandatory)
- [channel] optionally set the card to a specific channel.
- <check|check kill> “check” will show any processes that might interfere with the aircrack-ng suite. It is strongly recommended that these processes be eliminated prior to using the aircrack-ng suite. “check kill” will check and kill off processes that might interfere with the aircrack-ng suite. For “check kill” see
airmon-ng check - para ver o estado
airmon-ng check kill - matar processos que tenham impacto com o airmon-ng
airmon-ng start wlan0 - inicia o modo monitor
entrar no wireshark e activar a captura através do interface wlan0mon
terminada a recolha fazer, reactivar o modo rede no interface wlan0:
airmon-ng stop wlan0mon ou sudo airmon-ng stop
service network-manager start
WLPC_EU 2017 - as minhas notas e opiniões
Evento fantástico! Foi ótimo rever e conversar com velhos amigos, fazer novos amigos e conhecer pessoalmente os autores de alguns dos blogs favoritos, assim como algumas pessoas que sigo no twitter.
Há um genuÃno sentimento de comunidade e partilha de informação e experiências.
As sessões já estão disponÃveis no youtube:
https://www.youtube.com/channel/UCIzBSS46vcqhwmBZ7ZpY-yg
Ekahau Sidekick
- Que ferramenta fantástica! Fui um dos privilegiados que segurou um protótipo durante o primeiro evento de Ekahau Masters, em Setembro de 2017. Já nessa altura fiquei com água na boca mas agora que finalmente foi oficialmente lançada, não perdi tempo e avancei com as diligências necessárias junto ao meu atual empregador para avançarmos com a aquisição dessa ferramenta.
https://www.ekahau.com/products/sidekick/overview/
Muito resumidamente; é passar de iluminação por uma luz estroboscópica (varrimentos a casa meio segundo) para uma luz constante (1 varrimento por cada micro segundo).
CWNE Round Table
- Quantos mais oiço esta apresentação. Quanto mais conheço pessoas que numa altura das suas vidas decidiram seguir o caminho da especialização, mais pontos em comum descubro com o meu próprio caminho e motivações.
ODROID
- Adorei. Assim como todos os meus colegas quando perceberam o potencial da caixinha que tinha na palma da minha mão. Ainda vou fazer um blog só para essa ferramenta.
IoT Eye opener
- O nome faz jus à apresentação. Agora que começam a aparecer todo o tipo de equipamentos wifi, há que ter muito cuidado com o que deixamos ligado nas nossas casas.
WLA (Wireless LAN Association )
- Inscrevi-me mal cheguei a casa
802.11 k/v/r/ai
- muito interessante. Já tenho alguns clientes a correr k/v/r mas só os equipamentos Apple tiram partido dessas funcionalidades, mas no futuro próximo deverá ser algo que quase se ative por defeito.
Protocol Analysis
- O Peter falou uma hora e seria capaz de falar o triplo para explicar cada detalhe e cada pacote dos exemplos que apresentou. Muito bom.
Há um genuÃno sentimento de comunidade e partilha de informação e experiências.
As sessões já estão disponÃveis no youtube:
https://www.youtube.com/channel/UCIzBSS46vcqhwmBZ7ZpY-yg
Ekahau Sidekick
- Que ferramenta fantástica! Fui um dos privilegiados que segurou um protótipo durante o primeiro evento de Ekahau Masters, em Setembro de 2017. Já nessa altura fiquei com água na boca mas agora que finalmente foi oficialmente lançada, não perdi tempo e avancei com as diligências necessárias junto ao meu atual empregador para avançarmos com a aquisição dessa ferramenta.
https://www.ekahau.com/products/sidekick/overview/
Muito resumidamente; é passar de iluminação por uma luz estroboscópica (varrimentos a casa meio segundo) para uma luz constante (1 varrimento por cada micro segundo).
CWNE Round Table
- Quantos mais oiço esta apresentação. Quanto mais conheço pessoas que numa altura das suas vidas decidiram seguir o caminho da especialização, mais pontos em comum descubro com o meu próprio caminho e motivações.
ODROID
- Adorei. Assim como todos os meus colegas quando perceberam o potencial da caixinha que tinha na palma da minha mão. Ainda vou fazer um blog só para essa ferramenta.
IoT Eye opener
- O nome faz jus à apresentação. Agora que começam a aparecer todo o tipo de equipamentos wifi, há que ter muito cuidado com o que deixamos ligado nas nossas casas.
WLA (Wireless LAN Association )
- Inscrevi-me mal cheguei a casa
802.11 k/v/r/ai
- muito interessante. Já tenho alguns clientes a correr k/v/r mas só os equipamentos Apple tiram partido dessas funcionalidades, mas no futuro próximo deverá ser algo que quase se ative por defeito.
Protocol Analysis
- O Peter falou uma hora e seria capaz de falar o triplo para explicar cada detalhe e cada pacote dos exemplos que apresentou. Muito bom.
14 September 2017
CWNE 244 - Vasco Costa
CONSEGUIIIIIII! CWNE#244
Obrigado a todos os colegas, clientes e membros da comunidade Wi-Fi que me ajudaram nesta caminhada.
Obrigado a todos os autores dos quatro soberbos manuais de cursos (CWNA, CWAP, CWDP, CWSP).
Obrigado à CWNP por todas as iniciativas e por todo o apoio.
E um muito obrigado à minha esposa, por ter ajudado em tornar este sonho em realidade.
Próximo objetivo; passar o lab do CCIE-Wireless à segunda tentativa.
02 September 2017
Wi-Fi coverage within a train - The "fastest" survey I have ever done
The train
had already a Wi-Fi solution for passengers but it's very outdated and unstable.
Coverage
One AP per carriage will suffice.
We can consider 2 APs if a carriage has more passengers but one must not forget the gateway capacity or it would end up deploying something like this:
Noise and Spectrum Availability
I noticed all kind of noise and interference at the 2,4Ghz spectrum, specially when passing through big cargo train terminals.
- Bluetooth
- Motion sensors
- Wi-Fi cameras
- Continuous transmitters
- MW oven used at the bar carriage
- Passengers with their own Wi-Fi equipment. Most of them broadcasting at 20Mhz but there's always one at 40Mhz...
![]() |
| 5 Ghz vs 2,4Ghz availability (sorry for my "paint skilz"...) |
Not only the air quality was terrible at the 2,4Ghz spectrum, but also most of the passengers were using G and 2,4G N equipment's.
As for 5Ghz spectrum... it was a breeze. No interference, no DFS alarms, no more than 4 equipments registered. We were a team of four engineers, each with 3 Wi-Fi equipment's. There were several times that we noticed connectivity problems in the 2,4G-only equipments while those that were connected to a 5Ghz channel were ok, even at 224 Km/h.
![]() |
| It's hard to have a steady hand wile traveling in a train at such speeds... |
So, in conclusion:
- 2,4 Ghz is "abused" by everyone; Wi-Fi and non-Wi-Fi
- 5 Ghz FTW
- Don't forget the capacity of the gateways when planning the throughput of the WiFi network.
- Considerer deploying client managing smart tools.
25 August 2017
Cisco AP - Converter Autonomous em Lightweight e Lightweight em Autonomous
Converter
AP Autonomous em AP Lightweight
Informação prévia necessária:
- credenciais de acesso ao AP (default: Cisco/Cisco)
- IP do servidor de TFTP
- uma imagem *rcvk9w8*.tar
Aplicar o comando
ap# archive download-sw /overwrite /reload tftp://<ip tftp>/*-rcvk9W8-*.tar
Ex:
archive download-sw /overwrite /reload tftp://192.168.24.1/ap3g2-rcvk9w8-tar.152-4.JB6.tar
archive download-sw /reload tftp://192.168.1.10/ap3g2-rcvk9w8-tar.153-3.JBB.tar
archive download-sw /over /reload tftp://192.168.4.111/c1240-rcvk9w8-tar.124-25e.JAN1.tar
Converter AP Lightweight em Autonomous
Processo feito através de um WLC
#############################
Aceder à linha de comandos do WLC e aplicar comando:
config ap tftp-downgrade <tftp-server-ip-address> <filename> <access-point-name>
ex:
tftp server - 192.168.24.111
imagem autonomous - c1200-k9w7-tar.122-15.JA.tar
nome do AP - AP5
config ap tftp-downgrade 192.168.24.111 c1200-k9w7-tar.122-15.JA.tar AP5
Processo sem recorrer a um WLC
#############################
Este processo é usado quando queremos converter rapidamente um AP para modo Autonomous e não há um WLC disponÃvel.
Simplifica bastante o processo se o AP estiver alimentado com um adaptador AC em vez de estar a ser alimentado por PoE. Também ajuda haver acesso AP através da porta de consola para assim conseguirmos acompanhar todo o processo e confirmar que está a correr corretamente.
Neste exemplo estou a considerar o cenário mais simples, um laptop a ser utilizador como TFTP server e a porta de rede do AP liga diretamente à porta de rede do laptop.
Informação prévia necessária:
- credenciais de acesso ao AP (default: Cisco/Cisco)
- IP do servidor de TFTP
- uma imagem *rcvk9w8*.tar
Aplicar o comando
ap# archive download-sw /overwrite /reload tftp://<ip tftp>/*-rcvk9W8-*.tar
Ex:
archive download-sw /overwrite /reload tftp://192.168.24.1/ap3g2-rcvk9w8-tar.152-4.JB6.tar
archive download-sw /reload tftp://192.168.1.10/ap3g2-rcvk9w8-tar.153-3.JBB.tar
archive download-sw /over /reload tftp://192.168.4.111/c1240-rcvk9w8-tar.124-25e.JAN1.tar
Converter AP Lightweight em Autonomous
Processo feito através de um WLC
#############################
Aceder à linha de comandos do WLC e aplicar comando:
config ap tftp-downgrade <tftp-server-ip-address> <filename> <access-point-name>
ex:
tftp server - 192.168.24.111
imagem autonomous - c1200-k9w7-tar.122-15.JA.tar
nome do AP - AP5
config ap tftp-downgrade 192.168.24.111 c1200-k9w7-tar.122-15.JA.tar AP5
Processo sem recorrer a um WLC
#############################
Este processo é usado quando queremos converter rapidamente um AP para modo Autonomous e não há um WLC disponÃvel.
Simplifica bastante o processo se o AP estiver alimentado com um adaptador AC em vez de estar a ser alimentado por PoE. Também ajuda haver acesso AP através da porta de consola para assim conseguirmos acompanhar todo o processo e confirmar que está a correr corretamente.
Neste exemplo estou a considerar o cenário mais simples, um laptop a ser utilizador como TFTP server e a porta de rede do AP liga diretamente à porta de rede do laptop.
- Configurar um equipamento com o servidor de TFTP com um endereço de IP entre 10.0.0.2 e 10.0.0.3
- Garantir que o TFTP server tem a imagem correta (por exemplo; c1200-k9w7-tar.122-15.JA.tar para a um AP 1200) e que o serviço de TFTP está ativo.
- Convém configurar o TFTP server com um timeout de 30 segundos.
- Renomear o ficheiro da imagem do AP para tar.default, por exemplo:
nome da imagem: c1200-k9w7-tar.122-15.JA.tar terá de ser renomeado para c1200-k9w7-tar.default - Usar um cabo RJ45 para ligar o laptop ao AP.
- Desligar a alimentação do AP (ex: desligar o cabo de alimentação).
- Pressionar o botão MODE (geralmente está localizado junto à porta de console) enquanto se volta a ligar o cabo de alimentação no AP.
- Continuar a pressionar o botão MODE durante cerca de 20 a 30 segundos, ou até o LED mudar para vermelho.
se houver acesso de consola ao AP, o surgimento da mensagem "mode button pressed. waiting for release" é o melhor indicativo da altura ideal para deixar de pressionar o botão MODE - O processo de transferência de software inicia automaticamente.
- Após o reboot, o AP arranca em modo autonomous e já é possÃvel configurar por CLI.
22 August 2017
AirTimeFairness - Client Fair Sharing (Phase 2)
A rede wifi sempre foi conhecida por ficar muito lenta quando estamos
associados a um AP e alguém começa a fazer um download mais "pesado" (
> 2Gbs). Isso acontece porque o sistema DCF (Distributed Coordination
Function) atribui com indiscriminada igualdade o acesso à rede wireless.
A partir da versão 8.2, é possÃvel ativar a funcionalidade denominada ATF (AirTimeFairness). O propósito desta ferramenta é garantir equidade no fluxo de tráfego para todo os clientes associados a um determinado AP e evitar que haja açambarcamento da rede wifi por um único utilizador.
Esta ferramenta permite configurar polÃticas de equidade entre SSIDs
O processo é relativamente simples de configurar:
Entrar em modo configuração num WLC -> Wireless -> ATF -> Policy Configuration e definimos que tipo de polÃtica queremos implementar:
Depois escolhemos se queremos só monitorizar ou se queremos efetivamente forçar uma polÃtica de equidade na rede. Para forçar uma polÃtica é necessário configurar o seguinte:
Selecionar se a polÃtica deverá ser implementada num determinado AP, ou num determinado AP Group ou a um tipo de rede (11a ou 11b)
Depois escolhemos se queremos uma polÃtica optimized ou seja, "podes ir alem da tua quota desde que a remanescente esteja disponÃvel" ou strict "cumpre a tua quota. não interessa que a remanescente esteja ás moscas"
Clicar no Enable
Para ativar a polÃtica, é necessário identificar a WLAN através do WLAN id (o SSID name é preenchido automaticamente) e identificar a polÃtica que deve ser aplicada através do Policy Id (o policy name é preenchido automaticamente)
E pronto, depois é só seguir a evolução do ATF analisando a informação no Wireless -> ATF -> ATF Statistics ou efetuando os comandos
Informação do fabricante:
https://www.cisco.com/c/en/us/td/docs/wireless/technology/mesh/8-2/b_Air_Time_Fairness_Phase1_and_Phase2_Deployment_Guide.html
A partir da versão 8.2, é possÃvel ativar a funcionalidade denominada ATF (AirTimeFairness). O propósito desta ferramenta é garantir equidade no fluxo de tráfego para todo os clientes associados a um determinado AP e evitar que haja açambarcamento da rede wifi por um único utilizador.
Esta ferramenta permite configurar polÃticas de equidade entre SSIDs
O processo é relativamente simples de configurar:
Entrar em modo configuração num WLC -> Wireless -> ATF -> Policy Configuration e definimos que tipo de polÃtica queremos implementar:
| exemplo de polÃtica 2, com o nome blog20, com peso 20 e a fazer Client Fair Sharing |
Depois escolhemos se queremos só monitorizar ou se queremos efetivamente forçar uma polÃtica de equidade na rede. Para forçar uma polÃtica é necessário configurar o seguinte:
Selecionar se a polÃtica deverá ser implementada num determinado AP, ou num determinado AP Group ou a um tipo de rede (11a ou 11b)
Depois escolhemos se queremos uma polÃtica optimized ou seja, "podes ir alem da tua quota desde que a remanescente esteja disponÃvel" ou strict "cumpre a tua quota. não interessa que a remanescente esteja ás moscas"
Clicar no Enable
Para ativar a polÃtica, é necessário identificar a WLAN através do WLAN id (o SSID name é preenchido automaticamente) e identificar a polÃtica que deve ser aplicada através do Policy Id (o policy name é preenchido automaticamente)
E pronto, depois é só seguir a evolução do ATF analisando a informação no Wireless -> ATF -> ATF Statistics ou efetuando os comandos
Informação do fabricante:
https://www.cisco.com/c/en/us/td/docs/wireless/technology/mesh/8-2/b_Air_Time_Fairness_Phase1_and_Phase2_Deployment_Guide.html
21 August 2017
CWDP - Desgin de Redes - Levantamento de requisitos
"Trabalhas com wireless?! Então que rede de wireless é que achas que devo implementar?"
Como em acontece muitas vezes quando se trata de wireless, a resposta é "bom... depende... o que é que queres ao certo?"
Imaginem o que responderiam se vos perguntassem: "Eu que é que eu preciso para ir de casa para outro sÃtio?"
A resposta mais generalista e segura seria "um carro de 5 lugares e com bagageira" mas ás vezes essa está longe de ser a melhor opção.
- "Eu só preciso de ir ao café da esquina, depois devo passar nos correios lá mais abaixo para deixar umas cartas e depois volto para casa." Uma bicicleta seria suficiente.
- "Eu quero chegar ao centro da cidade o mais rapidamente possÃvel e não posso estar dependente do trânsito!" Uma mota ou, se houver orçamento, um helicóptero.
- "Eu quero levar a minha famÃlia e os meus amigos à pesca" Um barco.
- "Eu quero levar 300 pessoas para o Porto e chegar lá em menos de 1 hora" Um avião. "Isso é muito caro! E se for em menos de 4 horas?" Um comboio "Hmm, ainda está um pouco acima do nosso orçamento... E se for menos de 4 horas e só 50 pessoas?" Um autocarro.
Cada solução tem as suas vantagens e desvantagens e só identificando as necessidades é que podemos propor a solução ideal.
Levantamento de requisitos
- Quais os requisitos de tráfego de rede?
- Voz?
- Localização? Hiper-localização (ex: Cisco Hyperlocation)?
- Quantidade de utilizadores
- Quantos utilizadores são esperados simultaneamente
- Qual a localização dos utilizadores? É expectável haver concentrações temporárias de utilizadores?
- Que tipo de equipamentos vão ser utilizados? Quais os requisitos desses equipamentos?
CWNPTV - Wireless Clients - The Real Story
http://clients.mikealbano.com/
https://wikidevi.com/wiki/Main_Page
- Armazém e que tipo de materiais serão armazenados?
- Indústria? Que tipo de industria?
- Outdoor, jardins/parques?
- Há equipamento "velho" que terá de ser reciclado? O equipamento "velho" é compatÃvel com a nova solução?
- O equipamento de rede providencia PoE? Que tipo de PoE é necessário para o equipamento de wireless; PoE, PoE+?
- Qual o nÃvel de conhecimento técnico das pessoas que vão suportar a rede?
- É necessário implementar um sistema de alarmÃstica?
- Qual o tipo e nÃvel de segurança pretendidos?
Como em acontece muitas vezes quando se trata de wireless, a resposta é "bom... depende... o que é que queres ao certo?"
Imaginem o que responderiam se vos perguntassem: "Eu que é que eu preciso para ir de casa para outro sÃtio?"
A resposta mais generalista e segura seria "um carro de 5 lugares e com bagageira" mas ás vezes essa está longe de ser a melhor opção.
- "Eu só preciso de ir ao café da esquina, depois devo passar nos correios lá mais abaixo para deixar umas cartas e depois volto para casa." Uma bicicleta seria suficiente.
- "Eu quero chegar ao centro da cidade o mais rapidamente possÃvel e não posso estar dependente do trânsito!" Uma mota ou, se houver orçamento, um helicóptero.
- "Eu quero levar a minha famÃlia e os meus amigos à pesca" Um barco.
- "Eu quero levar 300 pessoas para o Porto e chegar lá em menos de 1 hora" Um avião. "Isso é muito caro! E se for em menos de 4 horas?" Um comboio "Hmm, ainda está um pouco acima do nosso orçamento... E se for menos de 4 horas e só 50 pessoas?" Um autocarro.
Cada solução tem as suas vantagens e desvantagens e só identificando as necessidades é que podemos propor a solução ideal.
Levantamento de requisitos
- Tipo de serviço
- Quais os requisitos de tráfego de rede?
- Voz?
- Localização? Hiper-localização (ex: Cisco Hyperlocation)?
- Utilizadores
- Quantidade de utilizadores
- Quantos utilizadores são esperados simultaneamente
- Qual a localização dos utilizadores? É expectável haver concentrações temporárias de utilizadores?
- Que tipo de equipamentos vão ser utilizados? Quais os requisitos desses equipamentos?
CWNPTV - Wireless Clients - The Real Story
http://clients.mikealbano.com/
https://wikidevi.com/wiki/Main_Page
- Ambiente de rede
- Armazém e que tipo de materiais serão armazenados?
- Indústria? Que tipo de industria?
- Outdoor, jardins/parques?
- Infraestrutura
- Há equipamento "velho" que terá de ser reciclado? O equipamento "velho" é compatÃvel com a nova solução?
- O equipamento de rede providencia PoE? Que tipo de PoE é necessário para o equipamento de wireless; PoE, PoE+?
- Gestão de rede
- Qual o nÃvel de conhecimento técnico das pessoas que vão suportar a rede?
- É necessário implementar um sistema de alarmÃstica?
- Qual o tipo e nÃvel de segurança pretendidos?
- Orçamento
04 August 2017
WLPC_EU Lisbon 2017 ; SIM! SIM! SIM! SIM! SIM!
Excelente oportunidade para rever malta amiga, saber as últimas novidades, aprender métodos e trocar impressões com especialistas de renome mundial.E tudo isto a apenas 15 minutos de casa!!
No que toca ao meu desenvolvimento técnico este ano está a ser nada menos que espetacular. Senão vejamos:
- Aproveitei o tempo de "descanso forçado" (convalescença de cirurgia a um joelho) para me agarrar aos livros e dedicar-me quase exclusivamente ás certificações da CWNP. CWNA em Janeiro, CWAP, CWDP em Abril e CWSP em Junho.Submeti a minha aplicação ao CWNE em Julho e aguardo com expectativa o resultado.
- Cisco PVT Enterprise, em Maio, na Cisco Portugal.
- Quando souber o resultado da aplicação do CWNE, será a altura de enfrentar de novo o laboratório de CCIE-Wireless, entretanto renovado para algo mais próximo da realidade (nada de converged controllers, mais CMX e mais Mobility Express)
- E agora a WLPC vai decorrer em Lisboa.
é... até parece que a montanha veio a Maomé... :-D
Agenda:
https://www.wlanpros.com/conferences/wlpceulisbon2017/#pricinganchor
No que toca ao meu desenvolvimento técnico este ano está a ser nada menos que espetacular. Senão vejamos:
- Aproveitei o tempo de "descanso forçado" (convalescença de cirurgia a um joelho) para me agarrar aos livros e dedicar-me quase exclusivamente ás certificações da CWNP. CWNA em Janeiro, CWAP, CWDP em Abril e CWSP em Junho.Submeti a minha aplicação ao CWNE em Julho e aguardo com expectativa o resultado.
- Cisco PVT Enterprise, em Maio, na Cisco Portugal.
- Quando souber o resultado da aplicação do CWNE, será a altura de enfrentar de novo o laboratório de CCIE-Wireless, entretanto renovado para algo mais próximo da realidade (nada de converged controllers, mais CMX e mais Mobility Express)
- E agora a WLPC vai decorrer em Lisboa.
é... até parece que a montanha veio a Maomé... :-D
Agenda:
https://www.wlanpros.com/conferences/wlpceulisbon2017/#pricinganchor
23 July 2017
LOS (Line of Sight) e Zonas de Fresnel
Quando se trata de montar redes no exterior, especialmente quando se trata de usar duas wireless bridge para interligar dois pontos por wireless, é necessário ter em conta que Linha de Vista (Line of Sight ou LOS):
"Hey, se eu estou junto à antena de uma bridge e vejo a antena da outra bridge daqui, isso que dizer que as antenas estão em LOS"
Não é bem assim pois LOS também inclui a zona de Fresnel. A zona de Fresnel é uma área que identifica o caminho possÃvel que as ondas eletromagnéticas percorrem até chegarem ao destinatário.
As fórmulas para calcularem o raio da área de Fresnel são as seguintes:
D1 - distância do transmissor
D2 - distância até ao receptor
F - frequência
D - distância entre o transmissor e o receptor.
Um exemplo prático; supondo que queremos calcular o tamanho da primeira zona Fresnel no meio de um link wireless de 2Km entre duas bridges, transmitindo a no canal 6 (2,437Ghz):
Por exemplo, se as antenas estiverem instaladas a uma altura de 10m, isso que dizer que no ponto intermédio das duas antenas, o limite da primeira zona de Fresnel está a 2,16m do chão..
"Então e se as antenas estiverem mais baixas? Ou se houver obstáculos no caminho?"
Não é fácil termos as condições prefeitas para garantir um link sem qualquer obstrução por isso, tentamos garantir que pelo menos 60% do raio da primeira zona de Fresnel esteja desobstruÃdo. Recuperando o exemplo anterior:
Complicado?
"Não haverá por aà uma app ou um site que façam estas contas?" Claro que sim, tentem isto:
airLink Outdoor Wireless Link Calculator , da Ubiquiti
https://airlink.ubnt.com/
É necessário saber quais os pontos exatos das duas wireless bridges, saber a altura a que as antenas estão instaladas, quais as frequências que estão a ser utilizadas e a ferramenta indica se o link cumpre ou não os requisitos de LOS.
Só tem antenas da Ubiquiti e não consideram a altimetria do terreno. É necessário ter em consideração obstáculos que não aparecem no Google Earth como árvores, edifÃcios ou mesmo navios se a ligação for entre as margens de um rio ou lago, ou mesmo à beira mar.
"Hey, se eu estou junto à antena de uma bridge e vejo a antena da outra bridge daqui, isso que dizer que as antenas estão em LOS"
Não é bem assim pois LOS também inclui a zona de Fresnel. A zona de Fresnel é uma área que identifica o caminho possÃvel que as ondas eletromagnéticas percorrem até chegarem ao destinatário.
As fórmulas para calcularem o raio da área de Fresnel são as seguintes:
D1 - distância do transmissor
D2 - distância até ao receptor
F - frequência
D - distância entre o transmissor e o receptor.
Um exemplo prático; supondo que queremos calcular o tamanho da primeira zona Fresnel no meio de um link wireless de 2Km entre duas bridges, transmitindo a no canal 6 (2,437Ghz):
r = 17,31 * sqrt ((1000 * 1000) / (2437 * 2000)) r = 17,31 * sqrt (1000000 / 4874000)
r = 17,31 * sqrt (0,2052)
r = 17,31 * 0,453 r = 7,84 metros
Por exemplo, se as antenas estiverem instaladas a uma altura de 10m, isso que dizer que no ponto intermédio das duas antenas, o limite da primeira zona de Fresnel está a 2,16m do chão..
"Então e se as antenas estiverem mais baixas? Ou se houver obstáculos no caminho?"
Não é fácil termos as condições prefeitas para garantir um link sem qualquer obstrução por isso, tentamos garantir que pelo menos 60% do raio da primeira zona de Fresnel esteja desobstruÃdo. Recuperando o exemplo anterior:
r = 0,6 * 17,31 sqrt ((1000 * 1000) / (2437 * 2000))
r = 4,70 metros
Isso quer dizer que mesmo que se no meio do link houvesse um obstáculo com 5,3 metros de altura, este só iria afetar 40% da primeira zona de Fresnel, ou seja, em teoria estarÃamos dentro do limite necessário para existir uma ligação entre as duas wireless bridges.
Complicado?
"Não haverá por aà uma app ou um site que façam estas contas?" Claro que sim, tentem isto:
airLink Outdoor Wireless Link Calculator , da Ubiquiti
https://airlink.ubnt.com/
É necessário saber quais os pontos exatos das duas wireless bridges, saber a altura a que as antenas estão instaladas, quais as frequências que estão a ser utilizadas e a ferramenta indica se o link cumpre ou não os requisitos de LOS.
Só tem antenas da Ubiquiti e não consideram a altimetria do terreno. É necessário ter em consideração obstáculos que não aparecem no Google Earth como árvores, edifÃcios ou mesmo navios se a ligação for entre as margens de um rio ou lago, ou mesmo à beira mar.
14 June 2017
CWSP - 802.1X - componentes principais - o Supplicant, o Authenticator e o Authentication Server
Os 3 pricipais actores do protocol 802.1X são o Supplicant, o Authenticator e o Authentication Server.
Supplicant - o que quer entrar.
Authenticatior - o que deixa ou não deixa entrar.
Authentication Server - o que confirma ao authenticator que o supplicant cumpre os requisitos para entrar.
Imaginem um cenário em que o José Joaquim vai ter uma reunião com o António Antunes num edifÃcio que tem rececionista. Chega à receção e identifica-se:
- Bom dia! Sou o José Joaquim, sou da empresa Coisas&Cenas e tenho uma reunião marcada com o António Antunes.
Neste cenário o José Joaquim é o Supplicant e o rececionista/segurança é o Authenticator.
O rececionista verifica se o José Joaquim faz parte da uma lista de pessoas autorizadas para entrar ou liga para o António Antunes:
- Bom dia sr António Antunes. Daqui fala o rececionista Pedro Pedrosa. Olhe, tenho aqui um José Joaquim, da empresa Coisas&Cenas que diz que tem uma reunião marcada consigo. Confirma?
Neste exemplo, o Authenticatior "Pedro Pedrosa" identificou-se ao Authentication Server "António Antunes" e de seguida pediu-lhe se autorizava o Supplicant "José Joaquim"
Das duas uma, ou o António Antunes responde:
AA- Sim senhor! Deixe-o entrar, ele que vá ter à sala de reuniões do Piso 4.
PP - Ok sr. António Antunes. Obrigado e até logo" - desliga o telefone e diz para o José Joaquim- "Pode subir ao Piso 4 e esperar na Sala de Reuniões. Aqui tem o cartão de visita, por favor coloque-o enquanto cá estiver e devolva-o quando sair"
Não só o Authentication Server autenticou o Supplicant como ainda lhe atribuiu uma VLAN (sala de reuniões do Piso 4). O Authenticator passa as credenciais de autenticação ao Supplicant e encaminha-o para uma VLAN (Sala de Reuniões do Piso 4)
Ou então o António Antunes responde:
AA- Quem?! Não faço ideia de quem seja esse José Joaquim!
PP - Ok sr. António Antunes. Obrigado e até logo" - desliga o telefone e diz - "Desculpe mas não vou poder deixa-lo entrar."
Neste exemplo, o Authentication Server não autenticou o Supplicant e consequentemente o Authenticator nega o acesso à rede.
Na grande maioria dos casos das redes wifi empresariais os Supplicants são os utilizadores dos equipamentos de de cliente (laptops, smartphones, tablets ) , os Authenticators são os Wireless LAN Controllers e os Authentication Servers são os equipamentos onde reside a base de dados de utilizadores e correspondentes credenciais como os Identity Service Engine (ISE) , ou Active Directory (AD) server ou o Lightweight Directory Access Protocol (LDAP) server.
Não só é necessário que os Supplicants estejam acreditados no Authentication Server, como também é necessário que o Authentication Server reconheça o Authenticator.
Supplicant - o que quer entrar.
Authenticatior - o que deixa ou não deixa entrar.
Authentication Server - o que confirma ao authenticator que o supplicant cumpre os requisitos para entrar.
Imaginem um cenário em que o José Joaquim vai ter uma reunião com o António Antunes num edifÃcio que tem rececionista. Chega à receção e identifica-se:
- Bom dia! Sou o José Joaquim, sou da empresa Coisas&Cenas e tenho uma reunião marcada com o António Antunes.
Neste cenário o José Joaquim é o Supplicant e o rececionista/segurança é o Authenticator.
O rececionista verifica se o José Joaquim faz parte da uma lista de pessoas autorizadas para entrar ou liga para o António Antunes:
- Bom dia sr António Antunes. Daqui fala o rececionista Pedro Pedrosa. Olhe, tenho aqui um José Joaquim, da empresa Coisas&Cenas que diz que tem uma reunião marcada consigo. Confirma?
Neste exemplo, o Authenticatior "Pedro Pedrosa" identificou-se ao Authentication Server "António Antunes" e de seguida pediu-lhe se autorizava o Supplicant "José Joaquim"
Das duas uma, ou o António Antunes responde:
AA- Sim senhor! Deixe-o entrar, ele que vá ter à sala de reuniões do Piso 4.
PP - Ok sr. António Antunes. Obrigado e até logo" - desliga o telefone e diz para o José Joaquim- "Pode subir ao Piso 4 e esperar na Sala de Reuniões. Aqui tem o cartão de visita, por favor coloque-o enquanto cá estiver e devolva-o quando sair"
Não só o Authentication Server autenticou o Supplicant como ainda lhe atribuiu uma VLAN (sala de reuniões do Piso 4). O Authenticator passa as credenciais de autenticação ao Supplicant e encaminha-o para uma VLAN (Sala de Reuniões do Piso 4)
Ou então o António Antunes responde:
AA- Quem?! Não faço ideia de quem seja esse José Joaquim!
PP - Ok sr. António Antunes. Obrigado e até logo" - desliga o telefone e diz - "Desculpe mas não vou poder deixa-lo entrar."
Neste exemplo, o Authentication Server não autenticou o Supplicant e consequentemente o Authenticator nega o acesso à rede.
Na grande maioria dos casos das redes wifi empresariais os Supplicants são os utilizadores dos equipamentos de de cliente (laptops, smartphones, tablets ) , os Authenticators são os Wireless LAN Controllers e os Authentication Servers são os equipamentos onde reside a base de dados de utilizadores e correspondentes credenciais como os Identity Service Engine (ISE) , ou Active Directory (AD) server ou o Lightweight Directory Access Protocol (LDAP) server.
Não só é necessário que os Supplicants estejam acreditados no Authentication Server, como também é necessário que o Authentication Server reconheça o Authenticator.
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